segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

PL de Rodrigo Lago garantiu a Imperatriz o título de Segunda Capital Maranhense

 PL de Rodrigo Lago garantiu a Imperatriz o título de Segunda Capital Maranhense

Rodrigo Lago destaca que lei estabelece a Semana Estadual Imperatriz Segunda Capital Maranhense

A cidade de Imperatriz alcançou um marco histórico graças à sanção, no mês de março de 2023, da Lei Estadual n.º 11.904/2023, originária de Projeto de Lei de autoria do deputado Rodrigo Lago (PCdoB), em conjunto com os deputados Rildo Amaral (PP), Janaina Ramos (Republicanos) e Antônio Pereira (PSB), que deu ao município o título de “Segunda Capital Maranhense”.

Essa conquista não se limita apenas ao reconhecimento simbólico. A legislação estabelece a celebração anual da Semana Estadual Imperatriz Segunda Capital Maranhense. Marcada para ocorrer entre os dias 1º e 7 de março, essa semana especial é um momento para celebrar a importância histórica e cultural da Região Tocantina.

“A Região Tocantina terá um olhar especial dos poderes públicos estaduais porque a Lei que foi sancionada nos obriga a permanecer vendo Imperatriz por sua importância e por sua história”, disse Rodrigo Lago.

O projeto de lei reflete o compromisso dos legisladores com o desenvolvimento e o reconhecimento das diversas regiões do Maranhão, destacando a relevância da Região Tocantina. Imperatriz, oficialmente reconhecida como a Segunda Capital Maranhense, é celebrada como um centro vital, contribuindo significativamente para o rico tecido cultural e econômico do estado.

Essa iniciativa representa um passo importante para garantir que todas as regiões do Maranhão recebam a atenção e a valorização que merecem. A Semana Estadual Imperatriz, Segunda Capital Maranhense, promete ser um momento anual de celebração, reflexão e promoção do orgulho regional, consolidando Imperatriz como um pilar essencial na diversidade e na prosperidade do Maranhão.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Duarte assina manifesto em defesa dos setores de eventos e turismo


O deputado federal Duarte Jr. (PSB) assinou, nesta sexta-feira, 19, manifesto em defesa do Perse (Programa Emergencial de Retomada dos Setores de Eventos e Turismo). O texto do documento prevê evitar a extinção gradual do programa, definida na Medida Provisória 1202, que trata da reoneração da folha de 17 setores da economia. 

O manifesto é uma iniciativa da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Produção Cultural e Entretenimento; da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo – Frentur; da Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo – FPE; e da Frente Parlamentar Mista da Hotelaria Brasileira. 

Membro da Frentur, Duarte assinou o manifesto e enfatizou que a Perse surgiu para ajudar um dos setores mais impactados durante a pandemia da covid-19. “Esse programa evitou que diversas empresas fechassem e ajudou milhares de brasileiras e brasileiros com a manutenção da geração de emprego e renda”, ressaltou o deputado. 

Dados do IBGE e do Ministério da Previdência e do Trabalho mostram que os setores de eventos culturais, entretenimento e turismo foram os maiores geradores de empregos do Brasil em 2023. 

O documento defende a Perse contra o retrocesso promovido pela MP 1.202, de 2023, e entende como imperiosa a necessidade de devolução da Medida Provisória pelo Presidente do Congresso Nacional Rodrigo Pacheco. “Caso a devolução não aconteça, conclamamos os nobres parlamentares do Congresso Nacional rejeitarem a referida matéria e manterem a integralidade do Perse”, diz o manifesto.


 

Forasteiro, falsário e sem argumentos para debate, Lahésio Bonfim comete crimes

Derrota nas urnas pelo povo do Maranhão, forasteiro comete crimes

Candidato fracassado nas urnas, Lahesio Bonfim se desequilibra em embate com Felipe Camarão, parte para a baixaria e comete crimes 

Que o ex-candidato forasteiro, Lahesio Bonfim é fracassado nas urnas, todos nós sabemos, que é um falsário que enganou milhares de maranhenses fazendo vídeos dizendo era um “pobre coitado”, os maranhenses também sabem, mas este lado baixo, desrespeitoso e homofóbico, os maranhenses também já sabem. E, além disso, os maranhenses também já sabem que ele tem fundamentação e argumentos para debater questões simples como notas e dados sobre o ENEM, agora todos também sabem!

O candidato derrotado, nas urnas eletrônicas na eleição passada, quando o governador Carlos Brandão (PSB), venceu no primeiro turno, tentou desqualificar a educação do Maranhão, pelo simples fato de nenhum maranhense ter conseguido a nota máxima, em redação no ENEM – mas isso, por si só, não é critério de qualificação e desempenho educacional em lugar nenhum no Brasil. Para isso, existem levantamentos, testes e indicadores específicos.

Ao ser confrontado pelo atual governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), que mostrou números, que pelo fato de nenhum estudante maranhense ter conseguido a nota máxima na redação do exame nacional, segundo Camarão, apenas quatro estudantes da Rede Pública, de todo o Brasil, conseguiram a nota 1000, na redação, e que centenas de estudantes da rede pública maranhense conseguiram acima dos 900 pontos e que por isso, não deveríamos desvalorizá-los – bastou apenas esclarecer os fatos com números, para que o candidato fracassado, Lahésio Bonfim partisse para a baixaria em um vídeo preconceituoso e homofóbico contra o governador Felipe Camarão.

De forma “chula” e pejorativa, sem ter argumentos, o candidato fracassado perdeu a toda a pífia argumentação e partiu com estes termos contra Camarão, inclusive questionando sua sexualidade. “Sabe qual é o seu maior problema, governador? O senhor não se assume! Governador em exercício Felipe Camarão, sai do armário, cara, fica mais bonito para ti”, afirmou o candidato fracassado.

EM TEMPO: a homofobia é um crime imprescritível e inafiançável no Brasil desde 2019; após decisões, na Suprema Corte, enquadrarem na Lei n.º 7.716, DE 5 de janeiro de 1989, na qual praticar, induzir ou incitar a discriminação, ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

E MAIS: ao perder o embate, que deveria ser técnico ou até mesmo no campo político, o candidato derrotado partiu para cometer crime de homofobia, da forma mais “chula” que muito ocorre no Brasil;

PARA FECHAR: quando se quer ofender a moral de um homem, muitos criminosos utilizam este termo “sair do armário” para acusar alguém de ser homossexual;

FUI: quem, independentemente do motivo, promover a superexposição de alguém, pode ser enquadrado no crime de intimidação vexatória. O julgamento poderá gerar pena de Prisão de 2 a 4 anos e multa. Além disso, o indivíduo exposto tem a opção de exigir indenização por danos morais na esfera civil.

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