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quarta-feira, 25 de março de 2026

UFMA: Estudantes relatam mal-estar após refeições no restaurante universitário

 

Um possível caso de intoxicação alimentar envolvendo estudantes da Universidade Federal do Maranhão ganhou repercussão nesta terça-feira (24), após diversos relatos nas redes sociais indicarem que alunos passaram mal depois de se alimentarem no Restaurante Universitário (RU) da instituição.

De acordo com publicações feitas por estudantes, os sintomas teriam surgido após o consumo de refeições servidas no RU Central, na última segunda-feira (23). Náuseas, vômitos e desconforto abdominal estão entre os problemas mencionados. A dimensão do caso ainda não foi oficialmente confirmada, mas enquetes informais organizadas por alunos em grupos de WhatsApp e outras plataformas digitais apontam para um número significativo de pessoas afetadas.

Diante da situação, estudantes cobram esclarecimentos e providências por parte da universidade, além da apuração da qualidade dos alimentos fornecidos. Muitos destacam que o restaurante universitário é essencial para a permanência estudantil, sendo, em diversos casos, a principal fonte de alimentação diária.

Além disso, há pedidos para que a empresa responsável pelo fornecimento das refeições seja responsabilizada, caso sejam constatadas irregularidades. Os alunos também reforçam a importância de fiscalização rigorosa das condições sanitárias, a fim de garantir a segurança alimentar dentro do ambiente acadêmico.

Até o momento, a Universidade Federal do Maranhão não divulgou nota oficial sobre o caso. A expectativa é de que a instituição se manifeste após a apuração dos fatos.

Autoridades de saúde podem ser acionadas para investigar o ocorrido e verificar se houve falhas no preparo, armazenamento ou distribuição dos alimentos servidos aos estudantes.

Em tempos: Fernando Carvalho recebeu verbas de emendas de deputados federais para fazer “reforma” (elefante branco com pinturas), não prestou contas desses recursos e piorou a alimentação dos estudantes e servidores. Para piorar, recebemos a denúncia de que os estudantes do COLUN, pela primeira vez na história, estão proibidos de se alimentar no R.U. da UFMA. Absurdo sem tamanho com jovens e adolescentes carentes!

Em tempos 2: Danilo Lopes (Mojarinho), em vez de cuidar das demandas do restaurante, está em eterna lua de mel e autorizando supostas festas “calouradas”, (regadas a drogas, sexo, bebidas alcoólicas e outros) no espaço cedido ao fake DCE no Centro de Convenções! Na hora certa, publicaremos imagens e vídeos estarrecedores que colocam a UFMA como um antro de prostituição e consumo de drogas!

Em tempos 3: Inventaram um tal de “escalope escuro com champignon”, diarreico, tóxico, enjoativo para a maioria absoluta dos alunos. Era melhor ter oferecido mocotó, sarrabulho, cozidão, que o estômago da galera já conhece, do que adoecer 80% dos estudantes!

Fonte: Observatório da Blogosfera 

*Coronel Augusta assume o comando da Segurança Pública do Maranhão*

 


 Os investimentos feitos pelo Governo do Estado na segurança pública e a força do protagonismo feminino no Maranhão foram destacados na posse da nova secretária estadual de Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, ocorrida nesta terça-feira (24) no Salão de Atos do Palácio dos Leões. O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, participou da cerimônia ao lado do governador Carlos Brandão, da presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale, de representantes do Judiciário, do Ministério Público e de várias outras instituições.


‘Hoje foi mais um dia muito importante para o protagonismo da mulher no estado do Maranhão. A coronel Augusta assume a Secretaria de Segurança para dar seguimento ao grande trabalho que está focado em combater a criminalidade, com investimentos e a união de todas as forças: Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros”, declarou Orleans Brandão. 
 

Na solenidade, o governador Carlos Brandão lembrou os investimentos feitas no sistema de segurança durante a sua gestão, citando a aquisição de cerca de 840 viaturas, as mais de 5 mil promoções de policiais, e a nomeação de mais de 1.500 policiais militares e 100 civis, e anunciou que um novo concurso será realizado em breve para fortalecer ainda mais as forças de segurança. “Nesse contexto, chegou a hora de ter uma mulher qualificada no comando da secretaria, que chega com muita disposição para combater a criminalidade e temos a certeza de que realizará um grande trabalho”, destacou ele.

A nova secretária agradeceu ao governador pelo reconhecimento do protagonismo das mulheres que atuam em diversas áreas do poder público e da sociedade civil, e afirmou que assume o comando da Segurança Pública do Maranhão consciente da grande responsabilidade, mas com o compromisso de trabalhar de forma incansável, integrando todas as forças de segurança para cumprir aquilo que a população espera: proteger vidas, enfrentar a criminalidade e garantir a ordem pública.

Coronel Augusta lembrou que sua trajetória na segurança pública sempre esteve voltada à proteção das pessoas, principalmente das mais vulneráveis. Ao longo da sua carreira, atuou na construção das políticas de prevenção e fortalecimento do policiamento comunitário, enfrentamento à violência doméstica, sempre com a convicção de que a segurança pública precisa ser firme no combate ao crime, mas também sensível à proteção da vida. 

JUSTIÇA CONDENA MONÇÃO E CAJARI POR DANOS AMBIENTAIS CAUSADOS POR MINERAÇÃO IRREGULAR

  

Municípios terão que recuperar área degradada e pagar mais de R$ 180 mil em indenização pelos danos causados

A Justiça Federal atendeu ao pedido do Ministério Público Federal (MPF) e condenou os municípios de Monção e Cajari, no Maranhão, por danos ambientais causados pela exploração mineral irregular em área de assentamento no estado.

A atuação teve como base o laudo pericial da Polícia Federal que constatou a degradação ambiental decorrente da retirada de argila e de piçarra utilizada na recuperação de estradas vicinais. A perícia identificou a supressão total da vegetação e a remoção da camada fértil do solo, o que expôs o substrato rochoso e impediu a regeneração natural da área.

A análise de imagens de satélite mostrou que a degradação se intensificou ao longo do tempo, com marcos de expansão a partir de 2013 e novas intervenções registradas em 2019 e 2020, coincidindo com períodos de denúncias e fiscalizações.

Além disso, ficou comprovado que a atividade ocorreu sem autorização da Agência Nacional de Mineração (ANM). Consultas aos sistemas oficiais confirmaram que não havia título minerário para a área. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) também apontou que a exploração ocorreu fora das áreas autorizadas, tornando a atividade ilegal.

Diante das provas, a Justiça reconheceu a responsabilidade dos municípios, destacando que ambos participaram ou se beneficiaram da atividade irregular, o que justifica a responsabilização solidária pelos danos causados.

A decisão determina que os municípios apresentem, em até 90 dias, um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) aos órgãos competentes. Após a aprovação, a execução deverá começar em até 30 dias.

Além disso, os dois municípios foram condenados ao pagamento de indenização mínima de R$ 180,6 mil, valor que inclui tanto os danos ambientais quanto o ressarcimento pela extração irregular de minério – recurso que pertence à União. O montante será destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Entenda o caso – A exploração ocorreu dentro de um projeto de assentamento, em área onde o desmatamento é proibido. Segundo as investigações, a retirada de material foi feita para uso em estradas vicinais, com apoio das prefeituras, que forneceram maquinário para a atividade.

A perícia estimou que foram extraídos mais de três mil metros cúbicos de minério, sem qualquer autorização legal. Embora os municípios tenham alegado falta de responsabilidade e desconhecimento da atividade, a Justiça considerou essa tese inconsistente. Isso porque, além de terem se beneficiado diretamente do material extraído, cabia aos gestores públicos fiscalizar a origem e a regularidade ambiental dos recursos utilizados em obras públicas.