sexta-feira, 12 de julho de 2024

Sucesso do Programa Alô Bebê: Cuidado e Humanização em Pinheiro

Desde 2018, o Programa Alô Bebê tem sido um pilar essencial no cuidado com a saúde materno-infantil em Pinheiro, oferecendo atendimento humanizado e suporte integral às gestantes e bebês.

Com mais de 42 mil atendimentos realizados, o programa destaca-se por sua dedicação e cuidado constantes, especialmente com mulheres em situação de gravidez de alto risco.

O depoimento de Valdelice Pereira ilustra a eficácia e o impacto positivo do programa: “Fui transferida da UBS da minha comunidade para o Alô Bebê devido à minha obesidade, hipertensão e idade, e lá o tratamento foi excelente, principalmente os equipamentos de última geração e a possibilidade de fazer todos os meus exames”.

Um dos profissionais mais importantes do Alô Bebê foi o Dr. Kaio, que esteve como ultrassonografista, cuja atuação foi fundamental para o sucesso do programa.

Dr. Kaio, agora pré-candidato a prefeito de Pinheiro, ficou conhecido por conseguir agilizar a marcação de exames, descongestionando o sistema de saúde e garantindo que cada unidade de saúde funcionasse de maneira mais eficiente.

Recentemente, o Alô Bebê passou por uma ampliação significativa, recebendo dois novos consultórios e uma sala de recepção em ótimas condições, além de diversas especialidades.

Essas melhorias refletem o compromisso contínuo com a qualidade do atendimento e a satisfação das usuárias.

Desta forma, a prefeitura de Pinheiro reforça seu compromisso com a saúde e o bem-estar das mães, seus filhos e suas famílias. O Programa Alô Bebê continuará a ser um símbolo de cuidado, humanização e excelência em Pinheiro.

Convidamos todas as gestantes a conhecerem e aproveitarem os benefícios desse programa que transforma vidas.

 Blog do filipe mota

‘Em Discussão’ aborda atuação da Defensoria Pública no sistema penitenciário do Maranhão


 Assista à íntegra da entrevista 

O programa ‘Em Discussão’, da Rádio Assembleia (96.9 FM), recebeu nesta sexta-feira (12) o 2º subdefensor-geral da Defensoria Pública do Maranhão, Paulo Rodrigues da Costa, que fez uma explanação pormenorizada sobre avanços no sistema prisional do Maranhão. 

Durante a entrevista, concedida aos radialistas Álvaro Luiz e Henrique Pereira, o subdefensor-geral discorreu sobre a atuação da Defensoria Pública no sistema penitenciário do Estado. 

Ele também fez um relato de sua trajetória profissional, frisando que teve a chance de trabalhar em várias forças-tarefas e mutirões carcerários promovidos pelas Defensorias Públicas do Brasil. 

“Eu comecei na área da execução penal em fevereiro de 2011, no Complexo Penitenciário, ainda denominado de Pedrinhas, hoje Complexo Penitenciário de São Luís. Naquela época, inclusive, não havia um núcleo de execução penal, era uma atuação isolada. Eu trabalhava só, com todos os presos da nossa região metropolitana, com um ou dois estagiários apenas. E a Defensoria prosseguiu colaborando para debelar a crise no sistema prisional, e foi fortalecendo cada vez mais a sua atuação”, declarou.

Paulo Rodrigues da Costa, que desde 2022 está investido no cargo de 2º subdefensor-geral da Defensoria Pública do Maranhão, informou que, no final do ano de 2012, a Defensoria Pública inaugurou o Núcleo de Execução Penal, passando a contar com sete defensores, que trabalharam para o avanço e a expansão do órgão em diversos municípios do interior do Estado.

No ano de 2014, época em que a crise do sistema prisional maranhense ainda estava muito aguda, Paulo Rodrigues da Costa foi eleito presidente do Conselho Penitenciário do Estado. Foi nesse período também que ele foi nomeado secretário de Estado da Administração Penitenciária, deixando melhorias significativas ao seu sucessor, o atual secretário, Murilo Andrade.

Em 2015, em decorrência desse processo de atuação na Defensoria Pública, Paulo Costa foi convidado para ser o corregedor-geral do Departamento de Penitenciária Federal.

“Atuei em 11 estados com a concepção de análise jurídica da situação das pessoas privadas de liberdade. Trabalhei durante quatro anos, nas penitenciárias federais, que hoje são cinco, como também trabalhando na política prisional em todos os estados do Brasil. Durante este período, eu tive a oportunidade de conhecer todas as unidades prisionais do Brasil, pelo menos uma ou duas de cada estado, até para eu adquirir experiência de como é o funcionamento e como é a política que cada estado adota, especialmente na área da estrutura, quantidade de servidores, espaço de recolhimento de presos e toda a sistemática que envolve o sistema prisional”, afirmou Paulo Costa.

Trajetória

Nascido em Lajinha–MG, Paulo Rodrigues da Costa disse migrou para o Rio de Janeiro aos cinco anos, onde morou até outubro de 2010. Em novembro de 2010, assumiu o cargo de defensor público no Maranhão, e também foi aprovado na Defensoria Pública do Pará, mas escolheu São Luís para viver e trabalhar.

Com experiência acumulada durante seus 14 anos de atuação na Defensoria Pública, Paulo Rodrigues da Costa lembrou que o sistema penitenciário maranhense enfrentou duas crises terríveis nos anos de 2010 e 2013, “mas hoje, felizmente, o Maranhão tem se destacado positivamente no cenário nacional, quando se trata do sistema penitenciário”, enfatizou.

*Auditoria detecta 1,1 mil 'alunos fantasmas' em Cedral*


TCE-MA desconfia que diferença serviria para aumentar verba recebida pelo município; descoberta revela um prejuízo de R$ 1,8 milhão ao erário

Auditoria realizada pelo Núcleo de Fiscalização do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) constatou a existência de 1,1 mil "alunos fantasmas" na rede municipal de ensino fundamental da cidade maranhense de Cedral, comandada pelo prefeito Fernando Cuba (MDB).

A descoberta dos alunos fantasmas revisitou um prejuízo de R$ 1.850.568,32 (Hum milhão, oitocentos e cinquenta mil, quinhentos e sessenta e oito reais e trinta e dois centavos) para os cofres públicos.

A fraude relacionada à inserção de dados falsos no Censo Escolar pode trazer graves consequências ao gestor municipal. No período da fiscalização, Cedral declarou aos auditores que possuía 1.304 alunos matriculados em período integral.

A auditoria, no entanto, revelou que apenas 120 alunos estavam efetivamente matriculados nessa modalidade, indicando que 1.184 alunos foram inseridos fraudulentamente. Por conta da suposta ilegalidade, o TCE-MA atestou a existência de um esquema de inserção de dados falsos no Censo Escolar no município cedralense.


 Blog do Thales Castro