segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

“Uber” Aéreo da FAB ultrapassa mil viagens em 2025 e vira transporte frequente de ministros e autoridades

   

Uso intensivo de jatinhos oficiais em ano pré-eleitoral revela mais de 1.100 voos, agendas em redutos políticos e deslocamentos com poucos passageiros pagos pelo contribuinte

Em 2025, os jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) passaram a operar, na prática, como um verdadeiro “Uber” aéreo de autoridades, acumulando 1.145 viagens oficiais com ministros de Estado e presidentes dos principais Poderes da República. O número chama atenção não apenas pelo volume, mas também pelo contexto: ano pré-eleitoral, agendas concentradas em redutos políticos e deslocamentos com baixíssima ocupação, todos custeados com recursos públicos.

A informação foi divulgada pela Gazeta do Povo, em reportagem assinada pelo jornalista Lúcio Vaz, com base em dados oficiais sobre o uso das aeronaves da FAB por autoridades federais ao longo de 2025. Segundo o levantamento, os voos atenderam ministros de Estado, presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, além de outras autoridades de alto escalão.

Ao longo do ano, os jatinhos foram utilizados tanto para compromissos institucionais — como inaugurações, visitas a obras e assinaturas de contratos — quanto para deslocamentos de caráter pessoal, inclusive em rotas recorrentes entre Brasília e redutos eleitorais específicos.

Gastança aérea concentra voos em redutos políticos

Entre os principais usuários das aeronaves oficiais, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, liderou o ranking de viagens. Ao todo, ele realizou 122 voos em jatinhos da FAB em 2025, muitas vezes compartilhando a aeronave com outras autoridades. Grande parte dessas viagens teve como destino São Paulo, onde o ministro cumpriu agendas políticas, institucionais e reuniões com representantes do setor privado.

domingo, 18 de janeiro de 2026

*Dudu Diniz recebe Orleans, Iracema Vale e Audreia Noleto e reafirma apoio ao grupo liderado por Brandão*

 

O ex-presidente da Câmara Municipal de São José de Ribamar, Dudu Diniz, recebeu, na manhã deste sábado, em sua residência, o secretário de assuntos municipalistas, Orleans Brandão, a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale, e a articuladora política, Audreia Noleto. 


O encontro teve como objetivo alinhar estratégias e agradecer as ações que o governador Carlos Brandão tem realizado na cidade balneária, por intermédio do secretário Orleans Brandão.


“Hoje é um dia muito especial para nosso grupo político, pois discutimos o fortalecimento do nome do nosso amigo Orleans Brandão em toda a cidade. Este momento também foi de agradecimento pelas obras que o governador Carlos Brandão trouxe para nossa cidade, além dos benefícios que continuam por vir”, comentou Dudu Diniz.


*Liderança em São José de Ribamar*
É importante ressaltar que, em 2020, Dudu foi eleito o vereador mais votado da cidade. Posteriormente, assumiu a presidência da Câmara, sendo reconhecido pela sua transparência e pela valorização dos funcionários. Em 2024, concorreu ao cargo de prefeito, obtendo mais de 35 mil votos.

sábado, 17 de janeiro de 2026

Em 16 dias de 2026, governo Lula torrou R$99 bilhões dos R$244 bilhões do gasto público

 

Plataforma Gasto Brasil expõe sangria do dinheiro público nas primeiras duas semanas do ano eleitoral

Até o meio-dia desta sexta-feira (16), os gastos públicos no Brasil superaram R$ 244,6 bilhões, de acordo com dados da plataforma Gasto Brasil. Destas despesas públicas, R$ 99,3 bilhões foram frutos da sangria de recursos no governo do presidente Lula (PT), segundo a ferramenta que monitora em tempo real as finanças governamentais.

Nestas primeiras duas semanas do ano eleitoral de 2026, os estados e o Distrito Federal também já desembolsaram mais de R$ 69,1 bilhões com suas despesas. Já nas contas dos municípios são registrados mais de R$ 76,1 bilhões por todas as cidades brasileiras.

Segundo a Gasto Brasil, as informações da plataforma de controle social abrangem gastos com pessoal e encargos sociais, investimentos, como obras, inversões financeiras em aquisição de imóveis e outras despesas correntes.

Gasta mais que arrecada

O montante apurado até o momento indica que a pesadíssima máquina pública já gastou bem mais do que arrecadou em impostos. Segundo a plataforma Impostômetro, até meio-dia de hoje, foram arrecadados R$ 213,7 bilhões. Uma diferença de R$ 30,9 bilhões entre a gastança e a fonte de recursos para repor essas despesas ou financiar investimentos futuros em políticas públicas.

O site gastobrasil.com.br foi criado em abril de 2025 pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O objetivo é contribuir para fortalecer a transparência, a gestão fiscal e a tomada de decisões baseadas em dados, além de promover um ambiente mais eficiente para a política econômica brasileira.

O presidente da CACB, Alfredo Cotait, defendeu que o controle das despesas públicas é uma necessidade para garantir não apenas a saúde fiscal do Estado, mas também para promover o desenvolvimento social e econômico, e para isso ocorrer.

“É imprescindível haver uma combinação de práticas de transparência, participação cidadã e inovação tecnológica”, afirmou Cotait, por meio de sua assessoria.

E CACB avalia como necessária uma reforma administrativa no Estado brasileiro, para melhorar o planejamento e a eficiência às ações governamentais. Também deve haver incentivo a mecanismos de controle com o teto de gastos, além de critérios claros de investimento. A ausência de reformas estruturais compromete a sustentabilidade das contas públicas e afeta diretamente a capacidade do Estado.

Dados confiáveis

A plataforma Gasto Brasil ainda possibilita que o cidadão consulte a destinação dos tributos por tipo, região e esfera de poder (Executivo, Legislativo, Judiciário), por Ministério Público e Defensoria Pública.

A Gasto Brasil utiliza uma metodologia baseada em atualizações e revisões contínuas dividido em três etapas principais: automatização da coleta e armazenamento de dados; tratamento e ajustes das informações coletadas; projeção dos valores estimados. Além de diversos subprocessos técnicos atrelados a dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), para captar as despesas efetivamente pagas pelos entes públicos.