sexta-feira, 19 de setembro de 2025
Governo leva combate à fome e obras a Alcântara
Ivaldo Rodrigues assume cargo estratégico no Ministério da Saúde e fortalece presença do Maranhão em Brasília
O ex-vereador de São Luís e ex-titular da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) na gestão do então prefeito Edivaldo Holanda Júnior, Ivaldo Rodrigues, acaba de alcançar um novo espaço em sua trajetória política. Agora residindo em Brasília, ele foi nomeado gerente da Região Nordeste no Ministério da Saúde, cargo de relevância nacional.
O anúncio oficial aconteceu na Capital Federal, em ato que contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do deputado federal Júnior Lourenço (PL-MA) e de outras autoridades.
Responsabilidade regional
Na nova função, Ivaldo Rodrigues terá a missão de articular políticas públicas de saúde em todos os estados do Nordeste, atuando diretamente com governos estaduais e municipais. O objetivo é fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) na região, ampliando o alcance das ações ministeriais em áreas estratégicas e garantindo mais eficiência nos serviços destinados à população.
Movimento político relevante
A nomeação também é interpretada como um gesto político de peso, uma vez que reforça a presença do Maranhão em cargos estratégicos no governo federal. Além de abrir espaço para ampliar articulações, o posto garante maior proximidade das demandas regionais junto ao Ministério da Saúde, consolidando o nome de Ivaldo Rodrigues no cenário político nacional.
Com experiência acumulada na vida pública municipal e trânsito político no Maranhão, Rodrigues passa a ocupar uma função que, além de técnica, tem forte caráter de representatividade.
quinta-feira, 18 de setembro de 2025
EUA MIRAM COM 500% DE TARIFA PARA O BRASIL
A estratégia para sufocar fluxo financeiro à Rússia inclui mais sanções contra o Brasil e outras nações ligadas ao BRICS
Uma nova tensão comercial entre Estados Unidos e Brasil deve ganhar corpo nesta semana, com uma proposta legislativa liderada pelos republicanos Lindsey Graham (Carolina do Sul) e Brian Fitzpatrick (Pensilvânia) endossando tarifas restritivas contra países que continuam comprando petróleo e gás russos — entre eles o Brasil. A estratégia é apresentada como parte da Lei de Sanções à Rússia de 2025, com o objetivo declarado de “sufocar o fluxo de caixa” que financia a guerra de Vladimir Putin na Ucrânia.
A estratégia inclui convencer a Europa a também sancionar o Brasil e membros do BRICS
Na declaração conjunta, datada de 13 de setembro, Graham e Fitzpatrick expressam forte apoio à carta do presidente Donald Trump enviada a membros da OTAN, na qual o presidente pede ação conjunta para impor tarifas severas a países que, segundo os senadores, “sustentam a máquina de guerra de Putin comprando petróleo e gás russos baratos”.
A legislação em debate, conta com amplo apoio bipartidário no Congresso. Segundo os senadores, já com 85 copatrocinadores no Senado e 100 na Câmara, daria mais poderes ao presidente Donald Trump para impor tarifas substanciais a países como China, Índia e Brasil. Estes países, conforme a proposta, estariam “financiando Putin” por meio dessas importações energéticas.
A lei de sanções contra a Rússia é duríssima e entre várias imposições, proíbe a negociação de ações de empresas russas nas Bolsas de Valores dos Estados Unidos. Outra das sanções, a que está prevista no artigo 17 da nova legislação, autoriza o presidente dos EUA a aplicar a exorbitante tarifa de 500% sobre as importações “de qualquer país” que conscientemente compre petróleo, gás, derivados, urânio ou petroquímicos de origem russa.
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