segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Zé Inácio destaca parceria entre Lula e Brandão nas obras da Nova Litorânea

  

Zé Inácio destacou, nesta segunda-feira (17), a importância da parceria entre o presidente Lula e o governador Carlos Brandão para a execução da Nova Avenida Litorânea, uma das maiores obras de mobilidade urbana da história da Grande Ilha. Em vídeo publicado em seu Instagram, o parlamentar visitou o canteiro de obras e ressaltou os avanços que a iniciativa trará para a população.

Segundo Zé Inácio, a Nova Litorânea representa um marco para a infraestrutura do Maranhão. A obra vai dobrar a extensão da atual avenida, passando de 7 para 14 quilômetros, com seis pistas, ciclovia, calçadão, drenagem e saneamento básico. “É uma transformação completa que vai garantir mais fluidez no trânsito e mais qualidade de vida para moradores e turistas”, afirmou.

Com um investimento superior a R$ 230 milhões do Governo Federal, por meio do Novo PAC, a obra beneficiará diretamente mais de 1,5 milhão de pessoas que vivem e circulam pela Grande Ilha. Para Zé Inácio, esse é um exemplo concreto de como a união entre os governos estadual e federal gera resultados expressivos para o Maranhão.

“É mais uma grande parceria entre o governador Brandão e o presidente Lula, um trabalho conjunto que está modernizando o estado e levando desenvolvimento para todos os cantos”, destacou.

No Instagram, o deputado reforçou seu compromisso com o acompanhamento das obras estruturantes no estado: “Estive na Nova Litorânea conferindo de perto essa grande obra fruto da parceria entre o presidente Lula e o governador Carlos Brandão. A avenida vai dobrar de tamanho e melhorar a vida de mais de 1,5 milhão de pessoas na Grande Ilha. Mobilidade, desenvolvimento e qualidade de vida: o Maranhão segue em movimento!”

A Nova Litorânea se consolida como uma das intervenções mais importantes da gestão atual, fortalecendo o turismo, a economia local e garantindo um novo ritmo para a mobilidade urbana na capital.

Concurso DPE MA: assinado contrato com banca e edital de defensor já pode sair

Concurso DPE MA (Defensoria Pública do Estado do Maranhão) será destinado a quem possui formação superior em direito, com R$ 35,8 mil

O edital do novo concurso DPE MA (Defensoria Pública do Estado do Maranhão) para o cargo de defensor público já pode sair. Acontece que foi publicado, nesta terça-feira, 11 de novembro, no Portal Nacional de Contratações Públicas do Governo Federal, o extrato de contrato com a banca organizadora, que será a Fundação Carlos Chagas (FCC). O nome da empresa já havia sido definido em 29 de outubro. Com isso, nada mais impede o início da seleção.  

De acordo com a nova publicação, a assinatura do contrato ocorreu no dia 7 de novembro, com validade até 7 de novembro de 2026, prazo necessário para a realização de todos os procedimentos da seleção, incluindo a publicação do edital, recebimento de inscrições, aplicação das provas e divulgação dos resultados.

Por enquanto, ainda não há uma definição da oferta de vagas para a DPE MA. Para concorrer é necessário possuir formação de nível superior em direito e tres anos de atividade jurídica. A remuneração inicial é de R$ 35.877,33.

Concurso DPE MA: saiba como serão as provas

De acordo com o regulamento, já divulgada, a seleção contará com quatro etapas:

  • prova objetiva
  • prova dissertativa
  • prova oral
  • análise de títulos

A parte objetiva deve contar com 100 questões

Veja publicação oficial

Contrato nº 115/2025
Última atualização 11/11/2025
Local: São Luís–MA

Órgão: ESTADO DO MARANHÃO - DEFENSORIA PUBLICA DO ESTADO DO MARANHÃO

Unidade executora: 453747 - DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO MARANHÃO

Tipo: Contrato (termo inicial)

Receita ou Despesa: Despesa

Processo: 0003103.110000948.0.2025

 Categoria do processo: Serviços

Data de divulgação no PNCP: 11/11/2025

Data de assinatura: 07/11/2025

Vigência: de 07/11/2025 a 07/11/2026

Id contrato PNCP: 00820295000142-2-000132/2025

Fonte: Compras.gov.br

Id contratação PNCP: 00820295000142-1-000073/2025

Objeto:

Contratação de instituição especializada para a prestação de serviços técnicos de planejamento, organização, execução e aplicação de provas e demais atividades pertinentes, visando à realização do VII Concurso Público para a classe inicial da carreira de Defensor(a) Público(a) do Estado do Maranhão.

VALOR CONTRATADO
R$ 1.331.819,00
FORNECEDOR:

Tipo: Pessoa jurídica

CNPJ/CPF: 60.555.513/0001-90

Consultar sanções e penalidades do fornecedor

Nome/Razão social: FUNDACAO CARLOS CHAGAS

Saiba como foi a última seleção

O último concurso DPE MA para defensor ocorreu em 2018, quando foram oferecidas oito vagas, A banca também foi a Fundação Carlos Chagas.

A prova objetiva contou com 100 questões, versando sobre:

  • direito constituciona
  • direito civil, agrário e empresarial
  • direito penal
  • direito processual civil
  • direito de execução penal
  • direito administrativo
  • formação humanística
  • direito do consumidor
  • legislação e princípios constitucionais da DPE
  • direito da criança e do adolescente
  • direitos difusos e coletivos

Resumo do Concurso DPE MA Defensor

DPE MA - Defensoria Pública do Estado do Maranhão
Vagas: Não definido
Taxa de inscrição: Não definido
Cargos: Defensor Publico
Áreas de Atuação: Judiciária / Jurídica
Faixa de salário: Até R$ 35877,00
Organizadora: FCC
Estados com Vagas: MA

sábado, 15 de novembro de 2025

Prints vazados do caso Victória Rochel apontam que deputado Yglésio pode ter caído no golpe da falsa vítima


 Um caso de grande repercussão em São Luís, que envolve a acusação de estupro feita por uma filha, identificada como Victoria Rochel, contra seu pai, o advogado Edmundo Reis, toma um rumo dramático. A situação, que rapidamente escalou nas redes sociais, gerando um linchamento moral e ético por parte dos chamados “juízes de plantão”, agora enfrenta uma reviravolta que levanta sérias questões sobre a veracidade das alegações iniciais.

O caso ganhou enorme visibilidade e foi prontamente abraçado pelo deputado estadual Dr Yglésio, que se manifestou de forma abrupta, precipitada e desrespeitosa contra o suposto abusador. O parlamentar, sem apresentar provas ou materialidade além do relato da “vítima”, chegou a externar publicamente que o advogado seria pedófilo, imputando-lhe um crime grave sem o devido respaldo de uma investigação.

Essa atitude do deputado, de antecipar um juízo de valor e partir para a agressão verbal contra o suposto acusado, suscita uma reflexão crítica sobre a importância do devido processo legal. O direito à ampla defesa e ao contraditório é um pilar da justiça e, em casos de grande comoção pública, corre o risco de ser ignorado em favor de uma condenação sumária nas redes.

O cenário muda drasticamente com o vazamento de prints de conversas entre Victoria Rochel e sua madrasta. De acordo com as informações divulgadas, esses prints sugerem que as intenções da suposta vítima iam além da busca por justiça, apontando para um suposto plano de extorsão e, mais grave ainda, de planejar a morte do próprio pai para obter acesso imediato à herança.

A clareza dos supostos planos revelados nos prints coloca em xeque toda a narrativa inicial e lança uma sombra de dúvida sobre a atuação precipitada de figuras públicas, como o Deputado Yglésio, que se basearam apenas nas alegações da acusadora. A situação levanta a possibilidade de que o parlamentar possa ter caído no que está sendo chamado de “golpe da falsa vítima”, transformando o caso de um suposto abuso em uma complexa trama de conspiração e interesses financeiros.

O jornalista Daniel Santos produziu um vídeo analisando o caso, o que reforça a natureza dinâmica e controversa dos fatos. Em situações onde a informação é volátil e altamente emocional, o papel da mídia é crucial para garantir a coerência e o sentido do texto base, sempre priorizando a cautela e a imparcialidade, sem se prender a uma única versão dos fatos antes da comprovação judicial.

É fundamental que, tanto a imprensa quanto as figuras públicas, atuem com a responsabilidade de proteger o princípio constitucional da presunção de inocência. O respeito a este princípio é o que garante que nenhum cidadão seja penalizado ou difamado publicamente antes de uma condenação transitada em julgado. A ética jornalística e política exige que o clamor das redes não substitua o rigor da lei.